"Em sintonia com o cosmo, vivo com os pés no chão, salvo no mundo submarino, no aconchego da água, quase meu lar. Lá e cá pisciano... Filho da mãe natureza por obra de pai e mãe amo demais os três, dois já integrados no colo que os recebeu. Irmãos... o mar, as montanhas lagos e rios, nuvens e chuvas. Meus primos... as plantas, os peixes os répteis, as aves, bactérias e vírus, dos quais quero sempre saber, no jornal, na revista, no livro, na TV, internet em qualquer lugar. Uma espécie é a minha preferida. Homo sapiens sapiens, donde busquei uma fêmea legal, que me completa, porque de amor repleta, e na sabedoria do dom, para legarmos ao mundo, um duo simples de continuidade, pois amor com amor se paga."
Um livro de recordes (capa) e antologias nas quais compartilho prazerosamente com diversos autores.
Capa do Livro da Federação Fluminense de Caça Submarina Capa:Dácio Jaegger
Poesia: Mulher Verdade Design da Capa-Dácio Jaegger Gass Editora
Contos:Jacaré Também É Gente? e No Fundo do Poço Editora EdUFF> Casos e causos Médicos
Conto: O Saci e Hóstia Design da Capa e Título: Dácio Jaegger Editora Guemanisse
Crônicas e Trovas Crônica: Mel de Abelhas Design da Capa e Apresentação: Dácio Jaegger Editora Guemanisse
Contos e poesias Conto: Debaixo do assoalho Capa: Dácio Jaegger Editora Guemanisse
Letras mínimas Conto: Desvio de conduta e Aloha Capa: Dácio Jaegger Editora Guemanisse
Câncer, palavra maldita? Não, é uma palavra que assusta, seja homem ou mulher. Há alguns relatos no passado que se referem à doença que foi descrita primeiro na mulher e justamente em mama. Hipócrates, 460-370 a. C., descreveu uma forma de “cura” praticada entre os Cítias, um povo que vivia ao norte do Mar Negro, hoje território da Rússia. O tratamento da lesão: a paciente com a mama em chagas vivas era levada pelos familiares ao cirurgião; este lhe dava vinho para beber. Quando começava a ficar tonta, era colocada em uma cadeira e amarrada com os braços para trás e as pernas atadas às do assento. Mais vinho até que ficasse embebedada próximo do coma alcoólico. Numa pequena fornalha, ficava uma espada de cobre que era levada ao rubro. Esta era usada pelo “médico” para extirpar a mama por queimadura. A alta temperatura separava os tecidos e ao mesmo tempo cauterizava artérias e veias, impedindo sangramento. Apesar do álcool no cérebro, a paciente sofria muita dor. Era lavada a ferida e a seguir usavam-se ungüentos e essências, cobrindo-a com bandagens de linho, importadas do Egito. (Informação que encontrei no livro Plastic and Reconstructive Surgery of the Breast - Ed.1976). Um cirurgião americano, Halsted, publicou em 1882 uma técnica deextirpação radical que durante 70 anostornou-se padrão de tratamento de câncer de mama. A ferida era vertical, ia da clavícula passando pelas costelas até o rebordo costal, a cicatriz final era larga, de péssima qualidade, mas era o possível. E neste período não havia medicação quimioterápica ou radioterápica. As pacientes mutiladas sobreviviam por alguns anos dependentes do tipo de câncer e do seu grau de avanço. Nos anos 1950 a cirurgia plástica começou timidamente a reconstruir mamas. Depois da Segunda Guerra Mundial surgiu a radioterapia e depois a quimioterapia; a este arsenal, pelo final do século XX juntou-se a hormonioterapia. Recentemente acena-se com mais uma arma que é a vacina desenvolvida a partir de DNA para tumores positivos, para um tipo particular de câncer, denominado HER2.Com alguns tipos da doença que conferem maior sobrevida, as pacientes passaram a se beneficiar de melhores técnicas de reconstrução mamária, de início com uso de próteses, ultimamente com uso de retalhos cutâneos musculares, sem ou com prótese. Praticam-se os dois procedimentos atualmente. Pesquisadores no mundo inteiro, mulheres e homens, dedicam o melhor de suas vidas na busca incessante para o total domínio sobre o câncer. Mulheres que se cuidam e se previnem são as melhores aliadas na batalha. Sem elas fica mais difícil. Mãos dadas cercarão e eliminarão o flagelo num futuro próximo.
Georgia e eu começamos a ter problemas para manter a lista dos amigos que querem participar da Blogagem Coletiva da Adoção de Crianças e Adolescentes. Desconfigurações no html e encompridamento da lista nos levou à criação de locais exclusivos Aqui ou também Aqui.
Geórgia, do blog Saia Justa, comentou e sugeriu uma blogagem coletiva sobre adoção no post“Se achamos que adoção é fácil continuemos lendo” . Acatei muito honrado a parceria enas trocas de e-mails sobre o tema ela me contou uma história que publica no seu blog; resolvi contar uma onde a “adoção” foi há muitos anos da seguinte forma.
“Cidade de interior, um casal com seis filhos, nasce o sétimo, o sexto com um ano de idade. A quinta, uma menina de oito anos. A mãe, Cynara, remediada e debilitada, sem empregada, com dificuldades de aleitamentoteve a oferta de ajuda de uma comadre de posses, que também mobilizou uma ama de leite. A comadre, cujo maridoera juiz de paz, propôs cuidardo afilhado em sua casa. Estes não tinham filhos. Passaram a fazer as despesas totais doafilhado, e assim durante um ano, dois, três. O marido de Cynara arranjou um emprego melhor em outra cidade para onde levoua família. A comadre convenceu a mãe de seu afilhado a deixá-lo com ela. Nos anos seguintes as visitas mútuas ocorriam várias vezes a cada ano. A amizade era consubstanciada por presentes e mais presentes em forma de roupas, sapatos, brinquedos, etc. Filhos crescendo, despesas maiores, o marido de Cynara, Afrânio teve que arranjar trabalho melhor remunerado, por azar, em cidade mais distante e dali com muitas incursões para outras. As visitas das famílias rarearam. Uma ocasião foram comunicados que o afilhado estava matriculado num colégio importante e caro em regime de internato. Ficaram tristes e logo felizes: era o único que seguiria carreira. Aos 18 anos foi para uma Academia. Sua mãe biológica passou a desconfiar de algo errado. Conseguiu ir à Academia e descobriu que seu filho Fernando estudava lá,mas não tinha os sobrenomes da família. Não pôde vê-lo. Ele não quis.Foi ao cartório da cidade de nascimento e lá constatou que ele era filho legítimo dos compadres, os quais não a receberam mais; capangas não permitiam. Seu marido não dava amínima. Seu filho havia sido furtado na cara de pau, deixando-a numa amargura constante durante o resto de sua vida."
Falamos na impressionante quantidade de 80 mil crianças que o Brasil tem nos orfanatos à esperade adoção, não por falta de pais adotivos, mas porque a burocracia é grande demais, e lembrando que adotar uma criança é um sentimento de nobreza e quem pensa em adotar pode ter vivido uma história muito triste ou pela perda de filhos ou porque um dos cônjuges não pode tê-los; sabendo que a fila de espera nos corredores da burocracia é enorme e apesar de vários sites e ONGs agirem na área, verificamos que blogueiros pouco tocam no assunto. Combinamos convidar amigos para a blogagem coletiva e saímos em campo, ela na Alemanha e eu no Brasil. Enviei-lhe a notícia,neste link, do projeto aprovado na câmara sobre o tema Adoção, que foi encaminhado ao Senado para revisão.
Para a Blogagem Coletiva o convite é que haja depoimentos de quem 1) adotou uma criança.2) Quem pensa em adotar. 3) Como foi o seu contato com aentidade X criança X você. 4)Quais as dificuldades enfrentadas até a reta final. 5) Você,parente ou amigos estãono corredor de espera para a Adoção? 6) Gostaria de discutir o assunto mesmo que não queira adotar uma criança? 6) E como vê toda essa situação na sociedade em que vivemos?
A data para a blogagem será na semana de 10 a 15 de novembro. Assim teremos uma semana inteira para escrevermos e interagirmos sobre o tema: Adoção de Crianças e Adolescentes. Vamos em frente?
A lista das adesões dos blogs estão no post acima.
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